Dica: Assista JOBS

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Segunda feira não pude entrar na escola, cheguei atrasado e me mandaram voltar pra casa, mas como dizem… quem espera tempo ruim é jegue, tratei de aproveitar o resto do dia pra fazer algumas leituras e assistir filmes que a um bom tempinho venho querendo ver, mas nunca consigo uma brecha.

O filme que estava querendo muito assistir era ‘Jobs’, estrelado pelo Ashton Kutcher (que está assustadoramente parecido com o Steve) e que conta a trajetória do maior gênio do nosso tempo na criação da Apple. No entanto, dificilmente eu vou ao cinema, sou daqueles que tem preguiça até de assistir filme em casa, quanto mais ter que me deslocar 100 KM (é o mais próximo da minha casa) para ter que convencer o meu cérebro que aquele lugar escuro e aconchegante não é para dormir.

Mas fazer uma forcinha uma vez na vida não é nada demais, peguei minha mochila, coloquei dentro o livro “A Menina que Roubava Livros” que uma amiga insensata que eu tenho me emprestou (Um beijo, Kau! rs) e me mandei pra Aracaju. Como cheguei lá um pouco cansado da caminhada, preferi deixar pra ver ‘Jobs’ na terça, o que me deu mais tempo pra continuar entretido na história da menina que fora abandonada pelos pais comunistas e passou a viver com sua família adotiva na Alemanha nazista, tirando por aí já dá pra ver o nível da complicação que a criaturinha estava enfiada, não vou me alongar mais sobre o livro, talvez escreva sobre ele quando acabar de ler.

Bom, cada segundo que passei aguardando o filme valeu muito a pena, além de ser uma excelente obra, ‘Jobs’ me fez refletir bastante sobre a minha própria vida, principalmente a respeito de como lidar com as pessoas quando ninguém acredita ou entende aquilo que estou propondo, é um situação onde exige muito jogo de cintura para não sair dizendo o que bem entende na cara de todos e correr o risco de ficar sem nenhum amigo, mas o Steve Jobs retratado no filme não tem nenhum problema com isso, ele explode com qualquer um que não consegue acompanhar sua linha de raciocínio que vai contra a ordem vigente. Eu como um mero mortal e so far away da genialidade do tio, jamais posso pensar em algo parecido com isso, o que cabe a mim o estudo de técnicas para controlar o pulso.

Embora essa particularidade seja o que mais tenha chamado a minha atenção, o filme é ótimo para qualquer pessoa, fornece uma excelente lição de como a paixão e convicção fazem as coisas acontecerem.

A cena mais emocionante, na minha opinião, é a leitura do texto Think Different, que de longe é uma das melhores campanhas publicitárias já feitas.

Segue na íntegra:

Isto é para os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os que são peças redondas nos buracos quadrados.

Os que vêem as coisas de forma diferente. Eles não gostam de regras. E eles não têm nenhum respeito pelo status quo. Você pode citá-los, discorda-los, glorificá-los ou difamá-los.

A única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas.

Eles inventam. Eles imaginam. Eles curam. Eles exploram. Eles criam. Eles inspiram.

Eles empurram a raça humana para frente.

Talvez eles tenham que ser loucos.

Como você pode olhar para uma tela em branco e ver uma obra de arte? Ou sentar em silêncio e ouvir uma música jamais composta? Ou olhar para um planeta vermelho e ver um laboratório sobre rodas?

Enquanto alguns os vêem como loucos, nós vemos gênios. Porque as pessoas que são loucos o suficiente para achar que podem mudar o mundo, são as que de fato, mudam.

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