On The Rhythm of The Heartbeat

Today is friday!!! Everybody dance now!

Atendendo a pedidos (2, pra ser mais exato), vou colocar aqui uma playlist das músicas que estou ouvindo recentemente e aproveito para apresentar-lhes o 8track, um serviço de música incrível que descobri essa semana.

Esta lista não contém bem as que mais estou ouvindo, mas as que mais estão na minha vibe esses dias, que vão desde Macklemore & Ryan Lewis (meu favorito) até One Republic, que fez uma música fodiiidaaa de boa. “On the rhythm of the heartbeat”, como o próprio nome já sugere, é um mix intenso para aqueles que estão vendo o mundo com uma paleta de cores maior. Haha

Espero que curta bastante.

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Dica: Assista JOBS

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Segunda feira não pude entrar na escola, cheguei atrasado e me mandaram voltar pra casa, mas como dizem… quem espera tempo ruim é jegue, tratei de aproveitar o resto do dia pra fazer algumas leituras e assistir filmes que a um bom tempinho venho querendo ver, mas nunca consigo uma brecha.

O filme que estava querendo muito assistir era ‘Jobs’, estrelado pelo Ashton Kutcher (que está assustadoramente parecido com o Steve) e que conta a trajetória do maior gênio do nosso tempo na criação da Apple. No entanto, dificilmente eu vou ao cinema, sou daqueles que tem preguiça até de assistir filme em casa, quanto mais ter que me deslocar 100 KM (é o mais próximo da minha casa) para ter que convencer o meu cérebro que aquele lugar escuro e aconchegante não é para dormir.

Mas fazer uma forcinha uma vez na vida não é nada demais, peguei minha mochila, coloquei dentro o livro “A Menina que Roubava Livros” que uma amiga insensata que eu tenho me emprestou (Um beijo, Kau! rs) e me mandei pra Aracaju. Como cheguei lá um pouco cansado da caminhada, preferi deixar pra ver ‘Jobs’ na terça, o que me deu mais tempo pra continuar entretido na história da menina que fora abandonada pelos pais comunistas e passou a viver com sua família adotiva na Alemanha nazista, tirando por aí já dá pra ver o nível da complicação que a criaturinha estava enfiada, não vou me alongar mais sobre o livro, talvez escreva sobre ele quando acabar de ler.

Bom, cada segundo que passei aguardando o filme valeu muito a pena, além de ser uma excelente obra, ‘Jobs’ me fez refletir bastante sobre a minha própria vida, principalmente a respeito de como lidar com as pessoas quando ninguém acredita ou entende aquilo que estou propondo, é um situação onde exige muito jogo de cintura para não sair dizendo o que bem entende na cara de todos e correr o risco de ficar sem nenhum amigo, mas o Steve Jobs retratado no filme não tem nenhum problema com isso, ele explode com qualquer um que não consegue acompanhar sua linha de raciocínio que vai contra a ordem vigente. Eu como um mero mortal e so far away da genialidade do tio, jamais posso pensar em algo parecido com isso, o que cabe a mim o estudo de técnicas para controlar o pulso.

Embora essa particularidade seja o que mais tenha chamado a minha atenção, o filme é ótimo para qualquer pessoa, fornece uma excelente lição de como a paixão e convicção fazem as coisas acontecerem.

A cena mais emocionante, na minha opinião, é a leitura do texto Think Different, que de longe é uma das melhores campanhas publicitárias já feitas.

Segue na íntegra:

Isto é para os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os que são peças redondas nos buracos quadrados.

Os que vêem as coisas de forma diferente. Eles não gostam de regras. E eles não têm nenhum respeito pelo status quo. Você pode citá-los, discorda-los, glorificá-los ou difamá-los.

A única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas.

Eles inventam. Eles imaginam. Eles curam. Eles exploram. Eles criam. Eles inspiram.

Eles empurram a raça humana para frente.

Talvez eles tenham que ser loucos.

Como você pode olhar para uma tela em branco e ver uma obra de arte? Ou sentar em silêncio e ouvir uma música jamais composta? Ou olhar para um planeta vermelho e ver um laboratório sobre rodas?

Enquanto alguns os vêem como loucos, nós vemos gênios. Porque as pessoas que são loucos o suficiente para achar que podem mudar o mundo, são as que de fato, mudam.

Indireta Literária

O meu gosto pela leitura vem desde muito cedo, aprendi a ler aos 4 anos de idade com os gibis antigos do meu tio que encontrava na casa dos meus avós. Não é atoa que fui uma criança de imaginação muito fértil, sempre confundindo o que era somente ficção e a realidade.

Bom, eu cresci, e as 3 ou, com muita sorte, 4 histórias das revistinhas em quadrinhos não foram mais suficientes para saciar minha voracidade e curiosidade sobre novos assuntos. Lembro que o primeiro livro de verdade (sem ser aqueles “folhetinhos” do tipo Saci Perêrê ou Curupira) que tive a iniciativa de pegar pra ler foi o “Construindo uma Vida – Roberto Justus”, por volta dos 13 anos. O interesse se deu pela admiração que nutro pelo Roberto desde a primeira edição do Aprendiz, em 2005.

Sei que aos 13 muitos moleques já devoraram uma biblioteca, mas minha família teve um pouco de responsabilidade nesse atraso. É aquela situação… como leitura não era um problema pra mim, eles não sentiam a necessidade de incentivar isso.
Mas como nem tudo são cravos, tenho uma prima que sempre me presenteou com livros, sejam eles os tradicionais impressos ou os verdadeiros achados que ela faz na internet e me manda.

O que ela escolheu me dar esse ano foi um tanto curioso:
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Logo quando abri fiquei meio sem entender, tipo, se era só mais um livro interessante que ela decidiu me dar ou uma mensagem bem direta a minha pessoa, optei por ficar na minha naquele momento. Depois ela me explicou que foi mais para uma prevenção básica, já que meu estilo de vida é um tanto frenético e posso acabar me debatendo com essa doença da moda em um futuro próximo. Alright, no comments.

E você, tem o hábito de ler? Como o adquiriu? Tem alguma obra para indicar? Solta o verbo aí!

Clariceterapia

Esse post fala sobre gostos pessoais, portanto, se o seu for diferente, seja maduro para antes de xingar nos comentários, perceber que isso somente não foi destinado a você, mas que possui o seu valor.

A primeira vez que ouvi falar sobre a Clarice foi em 2011, quando uma grande amiga minha me mandou esse link, adorei o tom irônico logo de cara, mas pensei que fosse só um vídeo de humor para o canal parafernalha, nem imaginava que ela era cantora mesmo.

Foi quando tive uma surpresa muito boa ao criar minha conta no Rdio (quem não tem, passe a ter), vi aquela carinha angelical com um olhar puro e penetrante estampando o álbum Monomania.

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E antes que alguém pergunte, ela mesma explica a escolha do nome em uma música:

Se juntar cada verso meu e comparar
Vai dar pra ver
Tem mais você
Que nota dó
Eu vou ter que me controlar se um dia eu quero enriquecer
Quem vai comprar esse cd
Sobre uma pessoa só?

Apesar das canções serem românticas, não tem nada a ver com essas melosidades que já estamos acostumados, é tudo bem leve e descontraído, como eu acredito que deva ser a vida.