A culpa é das estrelas

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Nesse ciclo de transição, que é o vestibular, geralmente muitos decidem acordar e perceber que a vida que terão depende muito das decisões tomadas agora. Pra quem não veio se preparando para isso, o desespero é iminente.

Na tentativa de ser salvo, a pessoa culpa o governo, as provas, professores, família, direção do vento… Enfim, qualquer coisa que possa despir o cidadão da responsabilidade pelo próprio fracasso. Tal atitude poderia ser somente algo lamentável e desprezível no nosso cotidiano, mas devemos levar em consideração que essa é uma característica social bem enraizada, principalmente na classe média, e os efeitos se proliferam como um câncer em todo o sistema socioeconômico.

A cultura do puxadinho e da gambiarra, onera e muito o desenvolvimento do país, precisamos ser mais meritocráticos, em termos mais claros, “dar a Czar o que é de Czar”. Somos um povo criativo e com um potencial gigantesco, não podemos nos sujeitar a condição de coitadinhos.